Não darei uma aula de história, mas falarei sobre o ESCAMBO (moeda de troca). Muito utilizada desde o início do século XVI com a exploração do pau-brasil, os portugueses, muito inteligentes trocavam com os indígenas do nosso Brasil, bugigangas sem nenhum valor pela madeira pau brasil.
Hoje, depois de muito tempo, o escambo ainda é muito utilizado, talvez sem exploração, e também com outro nome, conhecido como PERMUTA. As empresas utilizam dessa forma para trocarem seus produtos e serviços, algo inteligente e lucrativo para ambas as partes, já nas igrejas vemos a permuta de uma forma leve, livre e solta.
A troca de favores por cargos e funções tem cada dia conquistado seu lugar ao sol. Ou seja, raramente existem alguns prodígios que são nomeados porque realmente tem chamada. Enquanto o restante, esses estão apenas permutando o que lhes convém, mesmo sem ter o mínimo de competência e vocação para assumir tamanha responsabilidade. Vemos diáconos que não tem a capacidade nem para varrer uma calçada, sendo essa uma das funções principais. Presbíteros que não tem o mínimo de conhecimento e domínio da palavra. Todos querem chegar no topo, e realmente chegam... no topo da mediocridade. Tenha dó!
Aos que aproveitaram meu e-mail de contato para proferir palavras de baixo calão, com ofenças duras pois não gostaram do que eu disse, e estão loucos para me conhecer. A estes eu digo que coragem é o que não me falta, e faço-lhes uma proposta: Se vocês largarem o osso gostoso e suculento do qual me refiro no texto BAILE DE MÁSCARAS, eu terei o enorme prazer de me apresentar. Essa seria uma permuta!
Com Saudações!
Sabatina Gospel



