quarta-feira, 22 de junho de 2011

A banalização do "Gospel"

O assunto de hoje é mais leve porém pertinente. Vou falar de um tema que está bastante evidente em nosso cotidiano, no que ouvimos, vestimos e assistimos.

Me recordo que a pouco tempo o nome "gospel" era dado à pessoas que seguiam uma religião com base em sua doutrina. Estas pessoas eram chamadas até mesmo de caretas. Em pouco tempo houve uma revolução neste universo, o resultado foi que ser gospel ou pertencer a uma religião se tornou um acessório de moda.

Hoje tudo é ou pode ser chamado de gospel, isso fica mais evidenciado na música. Temos como exemplo funk gospel, Hip Hop gospel, Vanerão gospel e até mesmo Pole Dance gospel, este último foi uma ideia "brilhante" de uma pastora que na ausência de uma Bíblia na mão e discernimento da palavra de Deus pensava somente em lotar "sua" igreja, que já não deve pertencer a Deus como ela mesma imagina.

O fato é que os que são realmente evangélicos e tementes a Deus não estão nenhum pouco preocupados em saber o que é certo e errado, acabam sendo influenciado pelos demais desavisados. Acham que é uma vantagem cantores mundanos gravarem músicas evangélicas, mesmo sabendo que isso não passa de uma estratégia para ganhar dinheiro.

O que será das igrejas daqui 10 anos se tudo continuar como está com tendência a piorar?
Fica a marca do protesto e indignação!

Sabatina Gospel

terça-feira, 14 de junho de 2011

Cadê os cristãos nessa hora? Existe algo por trás?

Olá queridos(as), o assunto de hoje é reflexo de uma série de discussões e debates divulgados na mídia nos últimos dias. São vários os temas e grandes são as pautas cultivadas pelas emissoras de tv, jornais e materiais informativos, entre eles, dois que mesmo "indiretamente ou inocentemente" atacam os cristão.

O objetivo é óbvio, destruir o padrão de família constituído por Deus. Para que fique mais claro, de um lado temos o PL 122 que busca definir um Brasil sem homofobia, mas que nas entrelinhas traz a liberação do casamento gay. Já de outro lado temos a discução sobre a liberação ou não da maconha. Que efeito esse bombardeio de informações e incentivos para a normalidade traria para as famílias da atualidade? E como nós evangélicos trabalharíamos para contornar essa situação?

Com tudo isso que está acontecendo, o que me deixa com a "pulga atrás da orelha" é o não posicionamento dos evangélicos, começando pelos pastores que são os representantes deste povo. Será que não vale a pena defender seu ponto de vista ou há alguma coisa por trás que os silencia para que tal comportamento interfira em projetos futuros?

É uma questão a ser analisada, isso faz parecer que os pastores não querem nenhum pouco se queimar com os futuros aliados no Palácio do Planalto. Você não concorda? Bom, então preciso de outra justificativa, pois esta é a única que me vem a mente.

Saudações!
Sabatina Gospel